1.3.15

Question.

-Do not do it to me.
-Why not to to you, and do it to me?

4.11.13

Pensando no buzu

Ficar preso no transito, como eu to agora, te da tempo pra pensar. Só hoje eu vi umas 5 adolescentes ou pré-adolescentes gravidas indo pra escola de nivel medio. Depois, vi umas 3 na mesma faixa de idade com seus bebes no colo a caminho do posto de saude. Fico pensando o que que se passa na cabeça delas, agora que estão paridas, crianças cuidando de outra criança. Não viram nada da vida, eu tenho 29 anos e ainda falta ver muita coisa na vida. Será falta de comunicaçao em casa, falta de dialogo com os pais? Será burrice? Será que o fogo eh tão grande q nao lembram de usar um preservativo?  Será que não percebem que ainda não eh a hora deles praticarem isso?
Sinceramente me da pena. Pena da nova criança-mãe que na maioria das vezes não tem o agora pai da criança pra apoiar. E pena da nova vida que nao tem nada a ver com a burrice de quem a fez. E pode até sofrer c isso se nao tiver o apoio dos avós quase sempre maternos.
Esse mundo torto onde a moral está distorcida, onde a bunda eh o objeto principal na escolha da musica e/ou dança, onde pais e filhos nao conversam mais e a relaçao entre eles eh tao distorcida e desgastada no inicio da adolescencia, deve chegar logo ao fim. Deus está vendo essas coisas e espero estar fazendo o possivel para ser livrado do fim desse mundo ruim.

27.10.13

Como eu demoro pra perceber as coidas


Engraçado como passar um tempo viajando de onibus faz a gente pensar mais. Hoje pensando em uma situaçao chata que aconteceu a 3 anos atras, e em como as pessoas se afastam de nós, percebi, tarde, mas percebi, que preciso ficar mais atento a atitude das pessoas. Nesta situaçao em questao,  percebi agora, que a parte vitimada, nao fez muita questao de resolver o assunto. Tivemos uma conversa sincera pelo menos de minha parte. E hoje percebo que a outra parte teve uma conversa proforma, tipo: " ta... ta.. td bem estamos conversados e pronto".
Hoje percebo que da parte dele, ou deles, nao teve importancia nenhuma. Triste isso. Depois eles se afastaram, n atendem telefone quando a gente liga, nem faz questao de aparecer...
Devo ficar mais atento a estas situações, e valorizar quem valoriza a minha amizade.

10.10.12

DigitalWare

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21.6.11

A Indústria do Sangue

Nos últimos dias, várias campanhas lembraram os brasileiros da importância da doação de sangue. Diversos municípios organizaram esquemas para estimular as coletas num esforço coordenado pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde. Segundo o ministério, 1,9% dos brasileiros doa sangue regularmente. A taxa está dentro do parâmetro de 1% a 3% definido pela OMS, mas, segundo o ministério, precisa melhorar. Para doar sangue é preciso ter entre 18 e 67 anos, pesar mais de 50 quilos e comparecer a um hemocentro com documento com foto e válido em todo território nacional. 

Os brasileiros costumam responder a essas campanhas com belas demonstrações de altruísmo. O doador sadio acredita que fazer o bem sem olhar a quem gera uma corrente de solidariedade que também o beneficiará quando estiver na posição incômoda de precisar de uma doação. Se a doação é gratuita, é compreensível que a maioria imagine que terá acesso ao sangue gratuitamente quando precisar dele. Engana-se. 

Quem já precisou internar um parente num hospital particular para fazer uma cirurgia cardíaca, por exemplo, provavelmente já passou pela experiência de se surpreender com o tamanho da conta a acertar antes da saída. Só de banco de sangue, a família pode gastar R$ 10 mil ou mais. 

E quando o paciente é atendido pelo SUS num hospital de grande porte que também recebe doações de sangue? Aí a coisa fica difícil de entender e de aceitar. O sangue que chega de graça à instituição passa a valer cerca de R$ 1.500 por litro depois de armazenado. 

Os administradores de banco de sangue argumentam que os custos inerentes à atividade (pagamento de funcionários, testes para identificar vírus presentes no sangue, conservação das bolsas etc) encarecem o produto. Abusivo ou não, esse valor é cobrado do SUS. Ou seja: é cobrado de todos nós que, com nossos impostos, mantemos esse sistema funcionando aos trancos e barrancos. 

Não pretendo desestimular as doações. Elas ainda são absolutas necessárias para salvar vítimas de acidentes, catástrofes e portadores de dezenas de doenças. Mas quem doa tem direito à informação. Tem direito de saber que o líquido vermelho que sai de seu corpo e rapidamente enche as bolsas plásticas está prestes a se transformar num produto valioso. 

No círculo de profissionais que lidam com derivados do sangue, o plasma é chamado de ouro líquido. Há uma curiosa comparação entre o sangue e o petróleo. Ambos são fracionados em vários subprodutos. O mercado anual de petróleo é de 500 bilhões de dólares. O preço do barril bruto de petróleo é de U$ 25. O valor dos derivados contidos num barril é de U$ 45. 

Embora o mercado anual de plasma seja bem inferior (20 bilhões de dólares), o sangue vale muito mais do que o petróleo. O preço de um barril de plasma bruto é de 16 mil dólares. O valor dos hemoderivados contidos num barril é de 70 mil dólares. 

Sangue é um artigo caríssimo e raro na praça. Não faz sentido, portanto, que iniciativas capazes de reduzir a necessidade de transfusões em cirurgias sejam pouco conhecidas e difundidas. 

Recentemente contei aqui o exemplo da cardiologista Ludhmila Abrahão Hajjar. Ela coordena a UTI cirúrgica do InCor e a UTI cardiológica do Sírio-Libanês, em São Paulo. E também a UTI do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. 

Quando alguém precisa passar por uma cirurgia demorada (acima de três horas de duração), quase sempre recebe uma transfusão de sangue. O objetivo é compensar a perda sanguínea que ocorre durante o procedimento. As transfusões são muito comuns em cirurgias cardíacas como ponte de safena, troca de válvula e transplantes. 

Se a quantidade de hemoglobina (proteína responsável pelo transporte de oxigênio para os tecidos) cai a níveis inferiores a 10 gramas por decilitro de sangue, o cirurgião pede uma transfusão. Os médicos não se perguntavam de onde havia saído esse limite. Ludhmila decidiu investigar o procedimento em seu doutorado, orientado por José Otávio Auler Jr., na Universidade de São Paulo. Descobriu que ele se justifica pela tradição – e não pelo embasamento científico. 

A história é antiga. Em 1934, o americano John Lundy criou na Clínica Mayo o primeiro banco de sangue do mundo. Em 1942, ele propôs o limite de 10 g/dL baseado na observação de seus pacientes. Desde então a recomendação vem passando de geração em geração. 

“Não podemos continuar fazendo medicina em 2011 baseados num relato de 1942”, afirma Ludhmila. Para colocar a recomendação à prova, ela realizou um estudo com 512 pacientes do Instituto do Coração (InCor), em São Paulo. Eram doentes graves, com perfil semelhante (tinham diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca), que foram submetidos a cirurgias cardíacas. 

Metade do grupo recebeu sangue quando o nível de hemoglobina caiu a 10 g/dL. A outra metade só passou pela transfusão quando o índice ficou abaixo de 7 g/dL. O que ela comprovou? Os doentes que receberam menos sangue se recuperaram tão bem quanto os que receberam mais sangue. 

Uma segunda comparação (pacientes graves que receberam sangue versus pacientes que não receberam sangue, por estar com índices entre 7 g/dL e 10 g/dL) revelou que a transfusão aumenta em 20% a taxa de mortalidade e de complicações clínicas a cada bolsa de sangue recebida. O trabalho sugere que, pelo menos nos casos estudados, quanto menos sangue se receber, melhor. A pesquisa foi publicada em outubro no Journal of the American Medical Association com elogios no editorial. 

O excesso de transfusões aumenta o risco de infecções por bactérias ou vírus. Nem todos os bancos fazem o teste rápido do HIV. Se o doador estiver na janela imunológica (período que o organismo leva, a partir de uma infecção, para produzir anticorpos que possam ser detectados por exames), o paciente poderá ser infectado. Também poderão ocorrer disfunções vasculares ou inflamações no pulmão. 

Os custos são outro problema grave. Uma bolsa de sangue com 350 mililitros custa de R$ 300 a R$ 800. A maioria dos pacientes recebe de duas a três. Se o doente passa mais de sete dias no hospital, costuma receber pelo menos uma bolsa para compensar o sangue perdido em sucessivas coletas para exames. 

“Não pretendo dizer que agora é proibido transfundir”, diz Ludhmila. “O importante é que o médico decida dar o sangue a partir da avaliação individual da condição do paciente, e não baseado num número mágico.” Uma pessoa com infarto agudo ou em choque (estado anormal de falta de oxigenação nos tecidos, que pode ser fatal) pode se beneficiar de sangue numa fase mais precoce. 

No InCor, o trabalho de Ludhmila já mudou o comportamento dos médicos. “Nossa conduta agora é evitar a transfusão”, diz Noedir Stolf, chefe do departamento de cirurgia cardíaca. Nas últimas décadas, Stolf realizou mais de 300 transplantes de coração. Segundo ele, a ideia de evitar as transfusões não é nova. “Nenhum outro estudo, porém, havia chegado a conclusões sólidas como esse.” 

Toda transfusão traz em si um risco imediato ou tardio. São esperados três casos de reações indesejadas a cada mil transfusões realizadas. Segundo dados do sistema de hemovigilância da Anvisa, 80% das reações transfusionais são subnotificadas. Essa é uma boa razão para a busca de alternativas. 

Um dos mais destacados pesquisadores nessa área é o professor Aryeh Shander, professor da Escola de Medicina Mount Sinai, em Nova York. Em 2009, ele defendeu a busca de alternativas num artigo publicado na revista científica Critical Care Clinics. 

“A crença que transfusão de sangue é um meio rápido e fácil de melhorar a condição do paciente e acelerar sua recuperação é mantida por muitos. Entretanto, encarando mais e mais evidências da falta de segurança e eficácia das transfusões de sangue, está se tornando mais claro que estas crenças são amplamente sem substância e carregadas de mitos”, afirmou Shander. 

Nos últimos anos, a busca de formas de reduzir a necessidade de transfusões de sangue tornou-se um dos assuntos mais quentes da ciência médica. Muitas das pesquisas foram estimuladas por doentes que se recusavam a receber sangue por razões religiosas. É o caso dos Testemunhas de Jeová. Ao observar como o organismo dessas pessoas se comportava sem receber transfusões, os médicos puderam testar novos limites e encontrar saídas para um problema que extrapola as crenças religiosas. Um problema que é de todos nós. 

O avanço da ciência tem demonstrado que não há razão médica para insistir em dar sangue ao paciente nos casos em que ele não é imprescindível. Talvez exista uma razão financeira. Alguém pode estar lucrando (e muito) com o desperdício de sangue. É importante que você saiba: se precisar de sangue, vai pagar caro por ele. Seja em forma de dinheiro vivo, seja em forma de impostos que sustentam o SUS.

7.2.11

Em busca da Felicidade


Hoje tava assistindo denovo, novamente e outra vez. Vi na historia do Chris Gardner um cara que buscava pouca coisa: "Felicidade". Para aquele homem felicidade era conseguir um emprego, dar uma vida melhor ao filho, provar para si mesmo que não era um fracassado. No final das contas ele encontrou a Felicidade que ele queria.

Neste momento, entre as lágrimas que rolaram enquanto assistia a gloria de ter alcançado a felicidade, me perguntei porque tantas pessoas buscam a felicidade e nao a encontram. o Chris Gardner, queria encontrar a felicidade, o que ele achava ser felicidade e conseguiu. Mas em que consiste a felicidade? Porque o conceito de felicidade muda tanto de uma pessoa para outra. Observa-se que invariavelmente aqueles que buscam a felicidade que o dinheiro possa trazer acabam se iludindo. Mesmo que consigam o dinheiro todo que elas queiram o dinheiro acaba, vem as dividas e a felicidade vai embora tão rápido quanto o tempo em que dinheiro foi gasto.
Para outros a felicidade é ter a sua casinha de sapê com quintal e uma rede, uma árvore com um balanço.
Existem ainda aqueles que acreditam que ser feliz, basta estar bem consigo mesmo, não matar, não roubar.
Eu busco também a felicidade. Acho que já tenho 70% dela ao meu lado. Tenho minha casa, tenho uma mulher que eu amo e que me ama, tenho uma família excelente, tenho amigos mesmo estando longe, mas tenho amigos.
Mas ainda faltam algumas coisas...
Plantar uma arvore, escrever um livro, mas num quero ter filhos não.
Mas sinto que ainda falta uma coisa......

7.11.10

E o céu de um azul celeste celestial...

Tow com saudades

To com saudades de minha dinda, de minha vó Eulina, e de meu avô que tive tao pouco tempo com ele.
To com saudades de mainha e de painho qdo xega do trabalho e passa a mao na minha cabeça....
To com saudades de minha vó, de queila, do pessoal do salao!
To com saudades do café ralo de mainha, e do abraço de conforto q ela me dá.

To com saudades

O amor é cego, mas o casamento devolve a visão

A pessoa que inventou a frase acima, devia estar muito insatisfeito com o casamento. Ou no minimo ter ouvido muitos relatos sobre casamentos ruins...
Desde que eu me conheço como gente ( mais ou menos qd eu tinha uns 13 anos....) eu sempre tive a convicção de que um dia eu iria encontrar alguem pra ser feliz a meu lado eternamente. Nao do tipo "que seja eterno enquanto dure, posto é que chama" ( como diria o poeta) mas que durasse mesmo, eternamente enquanto eu tiver vivo, ou pela eternidade a fora no novo mundo que Deus nos promete.
Bom enquanto vivia, sem encontrar ninguem, fui observando varios casamentos, das pessoas ao meu redor, mae e pai, meus vizinhos, meus tios, meus amigos.......
vi casamentos que nao deram certo, uns que deram certo, vi uns que nao dao certo mas que continuam tentando......

Por fim, após duas tentativas que nao deram certo ( uma delas traumatizante, mas a qual me fez evoluir e aprender mais), eu encontrei alguem.
Do jeito certo, do meu jeito e eu do jeito dela, somos parecidos, temos as mesmas ideias.. ( tirando a comida natureba) kkkk

Após três anos, de namoro e noivado, casamos! compramos nosso apartamento, decoramos ao nosso gosto, ganhamos alguns presentes, tivemos uma incrivel lua-de-mel, e agora estamos juntos e casados.

Confesso que achei que quando eu estivesse casado, achei que sentiria algo diferente, sei la...
mas to me sentindo normal, tirando o fato de que eu nao volto para casa de mainha mais, e q eu moro longe da casa de meus pais, e que tenho liberdade pra ficar ate tarde no pc sem mainha mandar eu ir durmir kkkkkk

É obvio que coisas em mim mudaram, que a responsabilidade como marido é diferente de namorado, e que as obrigações aumentam.
Mas isso nao me preocupa.
O que me deixa, preoculpado ( se bem que essa nao é bem a palavra), é como fazer para que meu casamento dure. Não quero ter um casamento como alguns que eu vi, que são só briga entre o marido e a esposa, e que nao há compreensão.
Tambem nao quero que flavia fique totalmente dependente ( uma coisa q ela nao é), mas pelo amor de Deus, eu conheço caso de que a esposa tem q pedir pro marido dinheiro pra comprar absorvente! Q q isso!!
Ta certo que eu to no começo de tudo, nem tem um mes ainda!
Esta tudo muito bom, mil maravilhas ( tirando a faxina dia de sabado). O restante to amando tudo, até o bafinho da manha qdo acorda, ai da akele "Bom dia" quentinho de bafinho como diria o shrek!!! kakakaka

Sei que para meu casamento ser duradouro, Deus é a chave.
Acredito que os casamentos que nao deram certo, é porque nao tiveram realmente colocado Jeová Deus na relação do casal.

Espero de coração seguir meu novo caminho ( agora acompanhado)
Flavia me completa e sinto que ela se sente completa tambem.

Voce que ta lendo pode pensar:
- Isso é agora, quero ver depois de uns anos se vai continuar.....

Desejo do fundo de meu coração que dure, que seja eterno, e farei o que tiver em minhas maos para isso acontecer.
Vamos ver como anda e até onde nós vamos chegar!

20.8.10

ando meio desligado, ou ando meio cansado... ou ando os dois.....

Ando meio desligado.
É estranho porque minha rotina tem sido a mesma, trabalha volta pa casa via trabalhar, volta pra casa... mas ainda assim ando meio desligado....

Aconteceram algumas situacoes, estas me afetaram.
Alem de me afetar, afetam tambem pessoas que eu amo, e isso ta me incomodando mais do que se afetasse somente a mim.

To cansado...
Cansado de tentar, cansado por ter feito o que estava em minhas maos e nao deu certo. Cansado por ter sido fraco em algumas situações, cansado de nao poder fazer td o que eu quero, quando eu quero, sem ter q depender de ninguem.

To cansado de ter q sair cedo todo dia pra trabalhar...
To cansado de ouvir reclamações e recomendaçoes a cada passo que eu dou, ou pretendo dar....
cada passo mesmo, ao pé da letra, para cada coisa que eu faça tem uma recomendação,'n faça isso, n faça akilo, cuidado cuidado cuidado......'

Tudo isso me cansa.
axo que de tão cansado, minnha mente ta meio que se desligando do meu corpo.
Em certas situacoes eu nao ajo da mesma meneira como agiria em outras.
To me desconhecendo, e me surpreendendo comigo mesmo qdo percebo esse "cansaço", ou essa "desconexão " do meu eu, de mim mesmo....
confuso neh?
eu tambem acho!
e antigamente eu nao me achava confuso....

to me desligando de mim mesmo?
to deixando de ser aquilo que eu era?

busco em mim aquele "eu" de antigamente, sempre pronto pra viver, e que encarava as coisas de frente, sem medo de ser feliz ou de enfrentar as coisas,
Eu busco aquele meu "eu", mas nao acho, nao encontro, em cada parte do meu "infinito particular" eu tento resgatar aquele jovem pronto para a luta mas nao acho.

Para onde será que ele foi? se nem eu mesmo sei....

Como conservar o casamento!!

Como conservar o casamento!!
"Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Marta. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Marta profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Marta.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Marta sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Marta em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Marta, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Marta abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Marta. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Marta. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Marta então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Marta para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir..

14.8.10

Aí vão duas recomendações!!

LER e ouvir BOA MUSICA.

Ler é algo que nos leva a qualquer lugar. Ler é bom para mente, para a alma!
Te transporta e te leva para situações, sensações e para dentro daquilo que voce esta lendo.
Entao, LEIA!
Se voce nao tem esse habito, inicie, escolha um tema que voce goste!
Se voce nao tem ainda uma ideia, simplesmente entre numa livraria e comece a ler! Entra numa loja da Saraiava ( nao to fazendo propaganda). Voce entra, escolhe um tema que voce goste, e começa a ler ali mesmo. Se vc gostar vc leva o livro com voce.
Se voce gostar e nao tiver dinheiro, nao tem problema, anota a pagina onde voce parou, e no outro dia volta e continua!! rsrs eu li 3 livros da Rainha do Crime assim!! E nao tenho vergonha de dizer!
Se voce gosta de poesia, inicia com Vinicius de Morais, Carlos Drummond de Andrade, Tom.
Se voce gosta de comedia, recomendo Verissimo!
Se voce quer algo diferente disso, meio Policial e talz, recomendo a Rainha do Crime - Agatha Christie, Harlan Coben, e é claro Sidney Sheldon.
O Harlan tem um livro muito bom, chamado, "Nao Conte a Ninguem!" é Exepcional!! E um outro que eu ainda quero ler entitulado "Confie em mim".
A Rainha do Crime nem se fala!!! Mas ainda assim, vou recomendar "A Mansão Hollow", ou "O Cadaver atraz do Biombo".
O Sidney, to lendo agora "Quem tem medo do Escuro?" é muito intrigante!
Ja li dele tambem, "O reverso da medalha", e "A rainha do jogo"! Um continua o outro, conta a saga da familia Blackwell!
"Nada dura para sempre" , e "Conte-me Seus Sonhos" tambem sao livros excelentes.
Se voce mora em Salvador, tem uma outra opção que é a Biblioteca Central! Livro la é o que nao falta!! rsrsrs

Vale a pena



A outra recomendação é Musica! BOA MUSICA

Nao vou discorrer nada nao, so vou dar sugestoes de boa musica:
Ed Motta, Legiao Urbana, Dire Straits, Los Hermanos, Capital Inicial, Leila Maria, Coldplay, Radiohead, Tom Jobim, Caetano Veloso!

Leia e ouça musica!!
Voce vai crescer, esteja certo disso!!

4.8.10

Como arrancar um dente de leite???

Ta aí uma boa ideia pra arrancar um dente de leite...